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Educação


Para secretário, surdo deve estudar em escola especial

Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
29 de junho de 2010 | 0h 00




O secretário municipal de Educação de São Paulo, Alexandre Schneider, afirmou anteontem que "a formação inicial dos alunos surdos deve ser em escolas especiais". A declaração foi feita no perfil do secretário no microblog Twitter.


Schneider escreveu em sua página que o ideal seria que esses alunos estivessem em classes regulares, "mas a aquisição da linguagem por um aluno surdo é diferente" e o correto seria uma "abordagem diferente no período inicial".

A recomendação para que pessoas com deficiências sejam educadas na rede regular de ensino está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996. O Brasil também é signatário de uma declaração internacional que selou o compromisso de garantir acesso à educação inclusiva até 2010.

"É óbvio que o melhor é incluir de uma vez, mas o surdo, quando chega à escola, muitas vezes não tem a nossa língua e nem a de sinais. Nos anos de alfabetização é importante que ele tenha um cuidado diferenciado que, infelizmente, pode não ser possível no ensino regular", afirmou o secretário ao Estado.

Segundo Schneider, o apoio não consiste em colocar intérprete em salas de aula com mais de 30 alunos. "O surdo precisa ser alfabetizado antes para entender o intérprete. As escolas regulares têm de ter salas de apoio ou devemos manter algumas escolas especiais."

Para Mônica Amoroso, diretora da Escola Hellen Keller, o secretário está certo. "Devemos promover a aquisição da língua primeiro, deixando que a criança surda se fortaleça em conhecimento de mundo e preserve sua autoestima."  

Fonte: www.estadao.com.br

Nova invenção para deficientes auditivos

Leitor de MP3 para surdos

Um designer sul-coreano desenvolveu um gadget que vai permitir aos deficientes auditivos ouvir música, anunciou o site brasileiro 'Globo'.

Este leitor de MP3 chama-se 'Sounzzz' e transforma o som numa combinação de vibrações e luzes que  vão permitir ao seu utilizador ter a sensação de que está a ouvir música.

Poderá, também, ser ligado a um computador portátil, tornando possível sentir os efeitos sonoros do filme.

O aparelho assemelha-se a uma almofada e para o utilizar basta encostá-lo ao corpo. A partir daí, as vibrações vão-se espalhar e a música vai-se produzir conforme os intervalos, cadência e ritmo que contém.

Ainda não há data para a sua comercialização.

   

Para secretário, surdo deve estudar em escola especial

Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
29 de junho de 2010 | 0h 00




O secretário municipal de Educação de São Paulo, Alexandre Schneider, afirmou anteontem que "a formação inicial dos alunos surdos deve ser em escolas especiais". A declaração foi feita no perfil do secretário no microblog Twitter.


Schneider escreveu em sua página que o ideal seria que esses alunos estivessem em classes regulares, "mas a aquisição da linguagem por um aluno surdo é diferente" e o correto seria uma "abordagem diferente no período inicial".

A recomendação para que pessoas com deficiências sejam educadas na rede regular de ensino está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996. O Brasil também é signatário de uma declaração internacional que selou o compromisso de garantir acesso à educação inclusiva até 2010.

"É óbvio que o melhor é incluir de uma vez, mas o surdo, quando chega à escola, muitas vezes não tem a nossa língua e nem a de sinais. Nos anos de alfabetização é importante que ele tenha um cuidado diferenciado que, infelizmente, pode não ser possível no ensino regular", afirmou o secretário ao Estado.

Segundo Schneider, o apoio não consiste em colocar intérprete em salas de aula com mais de 30 alunos. "O surdo precisa ser alfabetizado antes para entender o intérprete. As escolas regulares têm de ter salas de apoio ou devemos manter algumas escolas especiais."

Para Mônica Amoroso, diretora da Escola Hellen Keller, o secretário está certo. "Devemos promover a aquisição da língua primeiro, deixando que a criança surda se fortaleça em conhecimento de mundo e preserve sua autoestima."  

Fonte: www.estadao.com.br

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Um designer sul-coreano desenvolveu um gadget que vai permitir aos deficientes auditivos ouvir música, anunciou o site brasileiro 'Globo'.

Este leitor de MP3 chama-se 'Sounzzz' e transforma o som numa combinação de vibrações e luzes que  vão permitir ao seu utilizador ter a sensação de que está a ouvir música.

Poderá, também, ser ligado a um computador portátil, tornando possível sentir os efeitos sonoros do filme.

O aparelho assemelha-se a uma almofada e para o utilizar basta encostá-lo ao corpo. A partir daí, as vibrações vão-se espalhar e a música vai-se produzir conforme os intervalos, cadência e ritmo que contém.

Ainda não há data para a sua comercialização.

   

Para secretário, surdo deve estudar em escola especial

Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
29 de junho de 2010 | 0h 00




O secretário municipal de Educação de São Paulo, Alexandre Schneider, afirmou anteontem que "a formação inicial dos alunos surdos deve ser em escolas especiais". A declaração foi feita no perfil do secretário no microblog Twitter.


Schneider escreveu em sua página que o ideal seria que esses alunos estivessem em classes regulares, "mas a aquisição da linguagem por um aluno surdo é diferente" e o correto seria uma "abordagem diferente no período inicial".

A recomendação para que pessoas com deficiências sejam educadas na rede regular de ensino está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, de 1996. O Brasil também é signatário de uma declaração internacional que selou o compromisso de garantir acesso à educação inclusiva até 2010.

"É óbvio que o melhor é incluir de uma vez, mas o surdo, quando chega à escola, muitas vezes não tem a nossa língua e nem a de sinais. Nos anos de alfabetização é importante que ele tenha um cuidado diferenciado que, infelizmente, pode não ser possível no ensino regular", afirmou o secretário ao Estado.

Segundo Schneider, o apoio não consiste em colocar intérprete em salas de aula com mais de 30 alunos. "O surdo precisa ser alfabetizado antes para entender o intérprete. As escolas regulares têm de ter salas de apoio ou devemos manter algumas escolas especiais."

Para Mônica Amoroso, diretora da Escola Hellen Keller, o secretário está certo. "Devemos promover a aquisição da língua primeiro, deixando que a criança surda se fortaleça em conhecimento de mundo e preserve sua autoestima."  

Fonte: www.estadao.com.br

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Um designer sul-coreano desenvolveu um gadget que vai permitir aos deficientes auditivos ouvir música, anunciou o site brasileiro 'Globo'.

Este leitor de MP3 chama-se 'Sounzzz' e transforma o som numa combinação de vibrações e luzes que  vão permitir ao seu utilizador ter a sensação de que está a ouvir música.

Poderá, também, ser ligado a um computador portátil, tornando possível sentir os efeitos sonoros do filme.

O aparelho assemelha-se a uma almofada e para o utilizar basta encostá-lo ao corpo. A partir daí, as vibrações vão-se espalhar e a música vai-se produzir conforme os intervalos, cadência e ritmo que contém.

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"É óbvio que o melhor é incluir de uma vez, mas o surdo, quando chega à escola, muitas vezes não tem a nossa língua e nem a de sinais. Nos anos de alfabetização é importante que ele tenha um cuidado diferenciado que, infelizmente, pode não ser possível no ensino regular", afirmou o secretário ao Estado.

Segundo Schneider, o apoio não consiste em colocar intérprete em salas de aula com mais de 30 alunos. "O surdo precisa ser alfabetizado antes para entender o intérprete. As escolas regulares têm de ter salas de apoio ou devemos manter algumas escolas especiais."

Para Mônica Amoroso, diretora da Escola Hellen Keller, o secretário está certo. "Devemos promover a aquisição da língua primeiro, deixando que a criança surda se fortaleça em conhecimento de mundo e preserve sua autoestima."  

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